A capital da Islândia é a porta de entrada para a exploração da terra do gelo e dos vulcões, e onde chegam os vôos internacionais.

Chegando lá

Pegamos um vôo da Icelandair rumo a Reykjavik, capital do país.  São 3 horas de viagem direto de Copenhagen.  Outras companhias também fazem o trajeto, porém, escolhemos a Icelandair por ter melhores avaliações, preço bom e horários compatíveis com os nossos planos.

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Em algum lugar sobre o Mar do Norte

Do aeroporto internacional até sua hospedagem, o meio mais barato (porém não exatamente barato) é pegar um dos ônibus das companhias Airport Express ou  Flybus.  Se você quiser pode fazer a compra pela internet, mas nós contratamos direto no saguão do aeroporto com a Flybus, que tinha mais horários disponíveis.  Caso fique hospedado em um apartamento (que foi o nosso caso), pergunte ao anfitrião qual é o hotel, guest house ou hostel mais próximo, já que estas companhias fazem este trajeto somente para estes estabelecimentos.   Um ônibus sai do aeroporto rumo à estação central BSÍ Bus Terminal e a partir dali os passageiros seguem em vans até aos hotéis (tudo incluso no preço da passagem).

Para ir da cidade ao aeroporto, nós agendamos o Flybus a partir de uma guest house que ficava a 3 quadras de onde estávamos hospedados.  Neste caso uma van pega os passageiros e os leva ao terminal de ônibus e de lá, seguimos de ônibus para o aeroporto.

Nossa chegada a Reykjavik

Estava chovendo, frio e nós 3 com malas pesadas.  Resolvi arriscar e pedir ao motorista da van que nos deixasse mais próximo do apartamento se possível, e ele topou (ufa!), nos deixou bem na porta.

Mas isso só fomos descobrir meia hora depois, que amadores!  Havia recebido do dono do apartamento um código para abrir uma caixinha onde estaria a chave para entrarmos.  Mas que caixinha?  Três pessoas tentando encontrar e nada!  Assumimos que estávamos no local errado e saímos andando pela chuva em busca de informações.   Depois de ficar rodando em círculos, encontramos um hostel cujos atendentes me ajudaram a entender melhor o endereço que eu tinha – exatamente o lugar onde a van nos deixou!

Aliás, tenho que dizer que todos com quem falamos naquela noite foram extremamente simpáticos e solícitos.

Pois bem, voltamos ao apartamento e eis que minha cunhada resolveu mexer num dispositivo que estava na parede e bingo! Era a caixinha com o código! Chaves na mão, enfim nos aquecemos um pouco (todos os locais fechados tem aquecimento eficiente) e seguimos para o jantar: Pizza!

Reykjavik

A capital da Islândia é a maior cidade do país, onde vivem quase 131 mil habitantes.  Reykjavik tem ares de cidade pequena, aconchegante, com construções simpáticas e coloridas.

Andar pela rua Laugavegur e suas redondezas é uma delícia.  Há diversas lojinhas de souvenirs, roupas de frio de marcas locais como a Icewear e a 66º North, restaurantes e cafés.  Ficando hospedado nesta região é possível fazer tudo a pé.  Foi o que fizemos, mesmo com chuva e frio.

A igreja Hallgrimskirkja está entre os principais pontos turísticos.  Seu desenho foi projetado imitando as formas da lava de um vulcão quando solidifica em colunas basálticas.  A igreja pode ser vista por diversos pontos da cidade e é possível subir até o topo para admirar Reykjavik de cima.

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Hallgrimskirkja

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Vista da Hallgrimskirkja

Vale também caminhar ao longo da Sculpture & Shore Walk e entrar na Icelandic Opera.  O prédio é uma linda construção de vidro  e suas paredes duplas formam prismas.

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Icelandic Opera
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Sculpture & Shore Walk
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Sculpture & Shore Walk

Reykjavik foi nossa porta de entrada na Islândia e de onde iniciamos nossa viagem de carro em torno do país, partimos para ver as maravilhas naturais da ilha.